Acabo de ler, no site da revista americana AutoWeek, que a montadora alemã VolksWagen estaria interessada em se juntar à Indy a partir de 2011. Ela mesma, que vive dizendo que não quer nem saber da Fórmula 1, mas que, de certa forma, patrocina a Toro Rosso. A participação deles seria no fornecimento de motores.
É certo que a organização da Indy procura novos fabricantes de propulsores, para acabar com o fornecimento único, em vigor na categoria desde 2006, a cargo da japonesa Honda (aquela que abandonou a F1 este ano). Aliás, a própria Honda declarou, em um passado não muito distante, que gostaria que outros motores disputassem o campeonato.
Em seus 13 anos de história, a categoria já correu com marcas como Buick, Chevrolet, Toyota, Nissan… e em anos como 2005 chegou a ter três fornecedores, quando contava com Chevrolet, Toyota e Honda.
A queda do monopólio dos motores pode ser interessante para a categoria, pois uma concorrente forçaria a outra a desenvolver o seu produto. Desenvolvimento este que pode estar acompanhado de ganhos ambientais, com as empresas buscando eficiência com menos emissão de poluentes, talvez, por que não?
Enfim, nesta época do ano, onde falta muito assunto e sobram especulações e boatos, é difÃcil acreditar em tudo o que se lê. Agora, que a Indy está procurando uma fornecedora, está. E que seria ótimo se fosse a Volks, ou outra gigante qualquer, seria.
Vale lembrar que a partir deste ano, a categoria corre com combustÃvel brasileiro, o etanol de cana-de-açúcar.