Textos categorizados 'Ferrari'

Mais uma idéia maluca

Acabo de ler no GPUpdate (em português está no Tazio) que o mandachuva da F1, Bernie Ecclestone, fez uma nova proposta às equipes da categoria, visando mantê-las no grid por um longo tempo. A matéria é do jornal britânico Daily Telegraph.

A proposta seria a seguinte, todos têm liberdade para gastar o quanto quiserem, acaba a história de redução de custos, desde que todos se comprometam a ficar na categoria por um prazo entre sete e dez anos e, além disso, as grandes montadoras forneceriam motores e caixas de câmbio a preços acessíveis às equipes menores. O próprio inglês não está lá muito confiante na sua própria ideia, pois diz que é imprevisível saber quando os times vão ou não aceitar alguma coisa.

Bom, partindo da regra de que todas as decisões na Fórmula 1 são tomadas de forma unânime, duvido e muito que isso vá pra frente. Aliás, acho até a proposta meio estúpida. Tem montadoras colocando em dúvida sua participação no campeonato justamente porque têm muitos gastos sem um bom retorno nas pistas. Aí você libera todo mundo pra gastar o que quiser. Contraditório, pois quem já está pensando em sair, não vai querer gastar mais.

Um exemplo prático: a Toyota é sempre colocada como dúvida para os próximos campeonatos, porque não consegue lutar por vitórias, mesmo tendo um orçamento altíssimo. Se eu sou diretor da Toyota e me propõem esta nova regra, a primeira coisa que eu pensaria seria “agora todos os outros vão gastar mais que eu, continuar se desenvolvendo, vai acabar o nivelamento que propuseram ano passado e meus carros vão continuar lá atrás. Eu vou é largar isso antes que me afunde de vez”.

As equipes pequenas então, assinariam este acordo pra quê? Afinal, seria a mesma coisa que abrir mão de uma chance de competitividade, já que obviamente as equipes maiores (a Ferrari, principalmente) iriam gastar fortunas, se desenvolver e dar um banho em todas as outras, como aconteceu recentemente.

Ah, claro, e lembrando que estamos em tempos de crise, o que só me faz pensar o porquê Ecclestone acha que as equipes estão dispostas a gastar mais dinheiro.

O argumento do inglês é que um acordo deste tipo previniria a debandada de equipes como a Honda, pois assinado um documento de comprometimento com a categoria, as montadoras teriam medo de se retirar para não serem processados. Oras, depois do que aconteceu com a McLaren e o caso de espionagem em 2007, que montadora tem medo de ser processada pela FIA?

Bom, finalizando, eu acho tiro no pé, nunca vão aceitar e, se alguns times o fizerem, os outros abandonam o barco de vez. Deve ser apenas mais uma tentativa de Ecclestone manter o circo vivo enquanto o campeonato não começa.

Vermelho sangue

Hora de voltar ao trabalho. De tirar os e-mails velhos da gaveta, de voltar a perturbar assessores de imprensa com meu inglês sofrível, deixar o editor do jornal de cabelos em pé pela coluna atrasada e, claro, atualizar o blog. Ainda que em ritmo de volta de apresentação, porque os assuntos por estes dias estão escassos. Sempre a mesma coisa. É Schumacher que diz que quase voltou pra F1; é Alonso na Ferrari daqui dois anos; Fulano, Cicrano, Beltrano e Slim comprando a Honda; Barrichello procurando equipe, e por aí vai.

Hoje, dentre as poucas coisas interessantes, estava a definição da data para o lançamento da Ferrari F2009: 12 de janeiro, segunda-feira próxima. O local? A internet. Iniciativa parecida com a qual comentei há pouco mais de um mês, aqui, da Toyota.

Sim, visando a redução de gastos na Fórmula 1, a mais poderosa das escuderias mostrará seu novo bólido ao mundo pela rede mundial. No mesmo dia, Felipe Massa exibiria o veículo na pista particular de Fiorano, mas sem festanças cheias de pompas para os jornalistas. Para ser sincero, após o anúncio da Toyota esperava que outras equipes fizessem isso, mas nunca pensei que fosse a Ferrari.

Enfim, sinal dos novos tempos. Tempos de redução de gastos, nove equipes (por enquanto, tenho fé) e carros com asas dianteiras gigantes e traseiras minúsculas. Asas estas que, imagino, estão aguçando a curiosidade de todos para saber como ficarão nos carros vermelhos. E que serão os primeiros a serem mostrados oficialmente ao mundo.

Bom, por hoje, é isso. Ainda esta semana pode rolar uma retrospectiva de 2008. Talvez.

P.S.: Faltou dizer que este jornalista-blogueiro está muito %$@#* da vida por 2009 começar com a reforma ortográfica que só vem para atrapalhar a vida. Quem quiser, favor aderir comigo ao Movimento Em Favor Do Trema!

Impressões – Testes coletivos

Bom, depois de trocentos dias de testes coletivos (e uma correria sem fim por aqui), vamos a algumas impressões, coisa rápida.

- Até agora, foram realizados quatro testes coletivos em Jerez de la Frontera. Sébastien Buemi, com a Toro Rosso, liderou todos, sempre com boa margem sobre seus adversários, seja Takuma Sato ou Sébastien Bourdais. (A exceção foi nesta segunda-feira, quando Buemi pilotou uma Red Bull)

- Seguindo o suíço, sempre outro carro da Toro Rosso, com o japonês ou o francês a guiá-lo. Assim, Buemi tem vaga quase certa. Bourdais e Sato provavelmente devem disputar mais na base dos cofrinhos do que no cronômetro. Bruno Senna e Barrichello correm (muito) por fora.

- A segunda melhor equipe dos testes vem sendo a McLaren, que está testando com Pedro de la Rosa, Gary Paffett e Heikki Kovalainen.

- A Toyota está treinando sozinha, no Bahrein. Não dá para comparar com ninguém, até porque, apenas um tempo foi divulgado. Os trabalhos foram conduzidos pelo novato holandês Henki Waldschmidt, que marcou 1:33.430, 1,5 segundo acima do tempo de Trulli na classificação barenita deste ano.

- BMW e Williams, as primeiras a entrar na pista com as configurações aerodinâmicas para 2009, são as que menos vem rendendo no cronômetro. Ainda não dá para ter certeza de um mau rendimento dos carros, já que ainda são as únicas com as duas asas no novo modelo.

- A Renault, com Nelsinho Piquet e Fernando Alonso, continuam atrás de Ferrari, McLaren, e agora também da Toro Rosso.

- Felipe Massa não foi bem. Em seu primeiro dia de testes, o carro teve problemas, atrapalhando seu programa. Ficou apenas na décima posição. No segundo, foi um pouco melhor, ficando na quinta posição, logo atrás de Räikkönen. Hoje, testando no novo circuito do Algarve, em Portugal, Felipe passou mal e abandonou o programa. Apenas ele e Gary Paffett (McLaren) estiveram na pista.

- Pelas fotos que vi, Ferrari e Renault ainda não testaram as novas asas. Idem para Red Bull e Toro Rosso. Se alguém souber de algo diferente, por favor me corrija. A McLaren já testou a asa dianteira. E, pelo menos visualmente, ficou bem melhor que o horrível carro da BMW.

- Além de Waldschmidt, Brendon Hartley foi outro a fazer sua estréia em um F1 esta semana. O neozelandês de apenas 19 anos que testou hoje um Red Bull, em Jerez, foi o terceiro colocado na Fórmula 3 Britânica deste ano. Posição que também ocupou nos testes de hoje, atrás de Buemi e Nick Heidfeld (BMW).

- Também durante a semana, a Force India, que não participa dos testes para poupar (olha as reduções de custo aí), confirmaram Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil para a temporada 2009. Menos duas vagas no grid.

Bom, não ficou tão rápido como eu achei, mas pelo menos resume um pouco do que tem acontecido nestas semanas. Amanhã tentarei acompanhar melhor os testes, programados para Algarve e Jerez.

A casa caiu

Agora a coisa complicou pra Barrichello, Senna e companhia… Diversos sites, dentre eles alguns braslieiros, noticiam que a Honda não alinhará na Fórmula 1 em 2009.

A equipe ainda não divulgou nada oficialmente. Até porque, agora (18h56) não são nem cinco da manhã no Japão. Os motivos da debandada seriam, claro, a crise econômica mundial. Já há sites dizendo até que Ross Brawn pediria motores à Ferrari para sua nova equipe.

Esta seria uma perda significativa para a categoria, que tanto tenta atrair o interesse de grandes montadoras para o grid. A saída da Honda, ainda que seja vendida e não signifique exatamente dois carros a menos alinhados em Melbourne, pode ser um péssimo sinal para o futuro. Uma montadora poderosa, deixando de investir no principal campeonato de esporte a motor não é, nem de longe, algo bom. Principalmente se considerarmos que esta é a segunda equipe Honda a deixar a Fórmula 1, já que a Super Aguri, que era subsidiada pela montadora até o início da temporada, não completou nem cinco provas este ano.

Para Barrichello, o fim da Honda pode colocar de vez um ponto final em sua carreira. Uma pena. Para Bruno Senna, pode significar mais um ano fora do grid. Outra pena. Claro que ambos podem bater na porta da Toro Rosso, mas é bem mais difícil. E um ano que poderia começar com quatro brasileiros na Fórmula 1, pode começar com apenas dois.

Bom, para ajudar, sofro com alguns problemas internéticos, o que dificulta ainda mais o acesso às informações. Mais à noite, quando – e se – houver alguma novidade, posto aqui.

E sim, estou agoniado, torcendo para que:
1 – A Honda venha e desminta tudo.
2 – Se for verdade, que não seja apenas a primeira a puxar a fila…

Impressões – Testes em Barcelona 3

Pronto, fim da semana de testes. Agora só a Toyota volta às pistas em alguns dias, já que ela não participou da sessão em Barcelona. Na pista, hoje, mais uma vez a nossa atenção no brasileiro da vez na Honda. Bruno Senna teve seu dia completo de treinos e, diga-se de passagem, foi muito bem.
Comparando com o que fez Di Grassi ontem, Bruno foi 0,607 mais rápido, marcando 1:21.676, contra 1:22.283 do compatriota. Mais que isso, ficou a apenas pouco menos de 3 décimos de Button, que hoje marcou 1:21.387.

Este foi, sem dúvida, um grande passo de Bruno rumo à vaga na Honda. Porque agora, além do nome famoso e da relação de seu tio com a montadora nos anos 90, a tabela de tempos também está a seu favor. Sendo mais rápido, em seu primeiro teste com um F1, que Lucas, que há alguns anos vem testando (desculpem o tom repetitivo, sei que já falei isso na sexta-feira).

Mas se para este brasileiro as coisas parecem estar se encaixando, alguns outros andam com problemas. O próprio Lucas e Rubens Barrichello terão problemas para achar um carro em 2009. Rubinho pode, sim, ter encerrado sua carreira no Brasil. Lucas tem futuro, é bom piloto, mas em 2009 parece ter que se contentar com uma nova vaga de piloto reserva.

Outros que não devem estar felizes são Nelsinho Piquet, que participou dos treinos e em nenhuma vez conseguiu superar Honda, Red Bull e Toro Rosso, que, pelo menos durante o ano, tiveram desempenho abaixo da Renault. Felipe Massa também não tem o que comemorar. As Ferraris, pilotadas por Luca Badoer e Marc Gené foram muito, muito mal nas tabelas de tempo. Enquanto a dupla Red Bull-Toro Rosso dominava a frente, os bólidos vermelhos ficaram, na média, entre dois e três segundos para trás. Desempenho muito pior que o da McLaren, que ficou um segundo atrás das STR.

A Ferrari está na pista para desenvolver o sistema de KERS (eu sei, estou em dívida com este equipamento), então, pode até ser que não estejam forçando e apenas avaliando o desempenho deste recurso. Agora, temos que esperar dezembro, onde haverá uma nova bateria de testes, desta vez em Jerez.

Lá na frente, ainda com carros 2008, Vettel foi novamente o mais rápido, com 1:19.295, cerca de meio segundo mais rápido que seu tempo de ontem. Foi seguido, mais uma vez, pelas Toro Rosso de Bourdais e Buemi. Sato, desta vez, não marcou tempos. A evolução de tempos do alemão talvez seja um ponto para Di Grassi, já que todos marcaram tempos melhores do que ontem, o que pode indicar uma melhor condição de pista. Às vezes analisar uma lista de tempos friamente, engana.

Voltando às equipes da bebida energética, o francês titular de 2008, Sébastien Bourdais, afirmou hoje que os tempos não definirão nada sobre a vaga. Segundo ele, a decisão do time é “puramente financeira”. Ou seja, quem levar um patrocínio, leva a vaga.

Mas, repetindo os últimos dias, vamos lá, ver o que Bruno Senna declarou no comunicado da Honda.

BRUNO SENNA

“Hoje foi um dia muito bom e estou muito feliz. Eu estive muito mais confortável e confiante no carro e acho que mostrei isso no tempo de volta, tanto no tempo atual quanto na consistência. Nós acertamos algumas boas configurações e pudemos fazer muito progresso durante o dia. Ainda que o que eu tenha feito hoje seja bom o suficiente, agora o time é que decide e eu respeito isso. Mas, para mim, pessoalmente, pela minha primeira vez em um carro de Fórmula Um, eu tenho que estar feliz com o que eu alcancei hoje. Dirigir um Fórmula Um é uma sensação muito especial e muito fácil descobrir porque a categoria é o topo do automobilismo. É muito diferente de qualquer outra coisa que você possa dirigir e eu apenas quero ser mais e mais rápido. Além do trabalho duro e do foco desta semana, eu gostei muito de mim mesmo. O time Honda é muito profissional e estou orgulhoso de ter passado um tempo com eles durante esta semana tão especial para mim.”

Uma diferença do comunicado de hoje foi que houve também a fala de Ross Brawn, que a respeito da escolha da equipe, disse: “Lucas e Bruno foram, ambos, admiráveis durante a semana e seus evidentes entusiasmo e comprometimento tornou um prazer trabalhar com eles. Agora nós vamos tomar algum tempo para considerar cuidadosamente nossas impressões sobre este teste antes de chegarmos a qualquer conclusão”.

É, teremos que esperar mais um pouco. Aliás, não me surpreenderia se ambos fossem chamados para os testes de dezembro, na Espanha. E também não me surpreenderia se Barrichello aparecesse para treinar.

Só para concluir, ontem esqueci de colocar a tabela de tempos dos testes, então, cá estão a de ontem e de hoje.

A1GP em Surfers Paradise

A ‘Copa do Mundo de Automobilismo’ anunciou nesta terça-feira que o assinou contrato de cinco anos com o circuito australiano de Surfers Paradise, que receberá a categoria a partir da temporada 2009-2010. O anúncio, indiretamente, praticamente acaba com as chances de o autódromo de Gold Coast receber a Indy na próxima temporada.

A Indy, que foi disputada no traçado por 18 vezes (falando em Indy de forma geral, já que a grande parte foi na CART/Champ Car), não o incluiu no calendário da próxima temporada da categoria norte-americana. De acordo com a assessoria da A1GP, as provas acontecerão no final de outubro de 2009, data próxima aos tradicionais GP’s de Indy que aconteciam no país.

A decisão de correr em Surfers Paradise é acertada do ponto de vista do negócio, já que o evento tradicional de outubro – que tem um bom público – estava ameaçado. No entanto, em termos de competições, de espetáculo, tenho minhas dúvidas, já que o traçado é conhecido por ser muito travado e ter poucos pontos de ultrapassagem. É só ver que a corrida da Indy deste ano já foi bem chatinha. Mas, só esperando para ver como as Ferraris da A1 se comportarão no circuito.

Apesar do anúncio para o próximo ano, ainda há uma lacuna no calendário da temporada atual. A corrida prevista para 29 de março ainda não tem local definido e especula-se que ela possa acontecer em Interlagos. Caso esta possibilidade se confirme, será uma excelente opção para o público do país, principalmente considerando a volta do interesse da torcida após o excelente ano de Felipe Massa na Fórmula 1.

Mudanças na Índia

A equipe Force India anunciou hoje que rompeu seu contrato com a Ferrari, que era responsável pelo fornecimento de seus motores. A decisão já era esperada há dias, já que está próximo um acordo entre o time e a Mercedes-Benz, que os transformaria em uma espécie de McLaren-B. Mais ou menos aquilo que tentou-se fazer com a ProDrive e não saiu do papel.

Outra novidade é que seus diretores Colin Kolles e Mike Gascoyne foram demitidos. No comunicado, aquela coisa política, Vijay Mallya, dono da equipe, agradece pelos serviços prestados e por aí vai. Ele ainda promete anunciar a nova equipe técnica na segunda-feira.

O que isso muda na prática? A Force India foi, disparada, a pior equipe do campeonato de 2008. Apesar de contar com dois bons pilotos e motores Ferrari, não conseguiu marcar um ponto sequer. Caso o apoio da Mercedes se concretize além do fornecimento dos propulsores, o time pode sim crescer muito e passar a incomodar no meio do pelotão.

E andar no meio do pelotão após uma temporada em que aconteceu de tudo e até a Toro Rosso venceu uma prova (mesmo que dificilmente algum piloto que guie o carro indiano chegue aos pés de Sebastian Vettel) é algo que pode dar um pinguinho de esperança aos investidores asiáticos.

P.S.: Vale lembrar que a Force India surgiu da compra da Spyker, que só durou um ano, que por sua vez derivou da Midland, que também só disputou uma temporada, que era a Jordan, esta sim com história.

Essa doeu

Nunca vi uma vitória tão dolorida. É difícil falar alguma coisa. Porque, como antecipei, não assisti a corrida toda. Estava do lado de fora do autódromo, ouvindo os roncos dos motores, quando a largada foi dada, cumprindo obrigações profissionais do meu emprego 1. Porque quando cheguei em casa, faltavam 12 voltas para o final e o Vettel pressionava Hamilton, que era o quarto, não valia nada. Porque começou a chover e todo mundo parou, menos o Glock, que assumiu a quarta posição. Porque o Vettel passou o inglês e colocou nove dedos de Felipe no caneco. Porque na última curva, numa decisão digna de Indy, os pneus da Toyota não agüentaram. E principalmente porque, pela comemoração da Ferrari, eu apostaria alto que eles devem ter dito no rádio “congratulations, you are the champion”.

Se não tivesse chovido, se Hamilton tivesse terminado em quarto, não doía tanto.

E eu nunca tive tanta raiva de um piloto intermediário. E ok, os pneus pra seco de Glock realmente não agüentaram, ele não abriu deliberadamente para o inglês ser campeão. Mas vamos combinar que, pelo menos pela imagem da Globo, estranho o alemão ter sido o único piloto a ir lá cumprimentar o campeão, não?

Enfim, título merecido de Hamilton, piloto talentoso, mas tido como “sujo” por alguns colegas. Até aí, Schumacher venceu títulos de forma não muito esportiva. Uma conquista de talento, regularidade e muita, mas muita sorte na última curva do ano. Mas tudo bem, 2009 está aí.

P.S.: Vai aparecer gente dizendo nas conversas de botequim que o Glock é alemão, que a Mercedes é alemã, e por aí vai. Nada a ver. A Toyota tem sua base na Alemanha também e é concorrente direta de mercado com a fornecedora da McLaren, portanto, sem teorias da conspiração, não deu, é hora de levantar a cabeça e repensar todos os erros cometidos no ano.



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